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A vida é uma viagem, construa apachetas pelo seu caminho

Em minhas viagens, já encontrei inúmeras pirâmides de pedra pelo caminho. Outro dia, vi uma foto de uma dessas pirâmides e, finalmente, descobri o que eram: apachetas.

As apachetas são pirâmides feitas com pedras em equilíbrio. Caso você não saiba, pirâmides significam energia positiva. Para quem acredita, elas filtram a energia do ambiente e canalizam boas vibrações. Mas elas também são muito mais do que isso. Vou explicar melhor.

Foto por Dave Ang em Pexels.com

As apachetas simbolizam a conexão com a viagem

Elas eram usadas pelos antigos povos Incas para sinalizar o caminho e para agradecer aos deuses. Eram uma espécie de altar. Tudo começa com a escolha das pedras, o melhor formato e tamanho, para que elas possam ser equilibradas. É um trabalho demorado, que demanda atenção e cuidado.

Por todos esses anos, esses caminhos, nunca escolhi minhas pedras. Nunca tentei equilibrá-las. Nunca criei um pequeno altar para agradecer a vida.

Tudo o que eu queria era que a vida fosse uma jornada. Nunca me importei em sinalizar o caminho de volta, porque sinto que o caminho é sempre para frente.

Encontrei esse ensinamento sobre as apachetas no blog “conectando o ser”:

O que estamos dando em troca ao Universo por ele estar cuidando de nós?

Nossa vida é tão sagrada e maravilhosa, mas passamos a maior parte do tempo achando que a vida nos deve algo”.

A vida não nos deve nada

Fomos nós que entramos de penetra na festa do Universo. Ele nem reparou, porque a nossa existência é efêmera. Se esvai antes que seja possível percebê-la.

Enquanto muita gente se preocupa em deixar um legado, escrever o nome na história… fico pensando nos dinossauros. Vidas magnânimas que sumiram. Eles habitaram o nosso planeta por milhares de anos, mas eu não sei quase nada sobre isso.

O tempo de vida de um humano é insignificante

Se cada vida que existe fosse representada em forma de linha, a vida humana seria uma linha fina cruzando a infinita e linha em negrito que é a existência do Cosmos. Essa sim, não tem começo e não tem fim. 

Foto por Pixabay em Pexels.com

Se você construísse as suas apachetas, que pedras escolheria? Sobre o que você seria grato hoje? Se a gente não consegue fazer uma simples apacheta num trajeto de 6 km, que atenção será que estamos dando ao percurso de uma vida?

Mais do que um ritual simbólico, as apachetas são um momento de reflexão sobre o caminho que escolhemos e de conexão com o passado. Devemos ser gratos pela nossa trajetória, por chegarmos onde chegarmos e por podermos continuar seguindo em frente.

Então, deixo aqui um convite. Na sua próxima trilha, construa uma apacheta, reflita e agradeça.

Foto por Marcus Aurelius em Pexels.com

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